Construir o Agente de IA é Fácil. Provar que é Seguro, Não - Jonathan Osborne, NatWest
Original · Building the AI Agent Is Easy. Proving It's Safe Isn't - Jonathan Osborne, NatWest
Key Takeaway
Criar agentes de IA em ambientes bancários regulados é simples, mas provar a segurança deles exige infraestruturas rigorosas de avaliação, funis de roteamento e monitoramento contínuo.
Highlights
O NatWest atende aproximadamente 19 milhões de clientes de varejo e processa cerca de 100.000 conversas por dia através do assistente digital Cora.
O assistente de IA baseia-se em RAG e bases de conhecimento para trazer cerca de um terço das jornadas do Cora para respostas geradas por IA.
Um roteiro baseado em intenções atinge 94% de precisão, mas falhas em 6% dos casos com alta certeza representam riscos críticos em ambientes bancários.
A validação humana de 111 conversas em 37 jornadas de pagamento revelou uma taxa de aprovação geral de 83%, com apenas 43% de eficácia em mudanças de tópicos.
O uso de implantações fantasma (shadow deployment) permite classificar conversas reais de clientes com risco quase zero antes de responder diretamente ao público.
Timeline
Contexto e Desafios de IA em Bancos Regulados
O assistente digital Cora está em transição para incorporar respostas geradas por IA e RAG em cerca de um terço de suas jornadas. Diferente de árvores de decisão tradicionais, os agentes conseguem lidar com desvios de conversas, mas ampliam o raio de impacto para milhões de clientes. Erros nesses sistemas geram danos financeiros, regulatórios e reputacionais significativos.
- O NatWest lida com 19 milhões de clientes de varejo no Reino Unido.
- O assistente Cora gerencia 100.000 conversas diárias com respostas predominantemente roteirizadas.
- Sistemas baseados em agentes introduzem novos tipos de falha, como alucinações confiantes, injeções de prompt e respostas não determinísticas.
Mitigação de Riscos com o Funil de Roteamento
Para mitigar os riscos associados à IA generativa, o banco implementou um funil em camadas que intercepta a consulta do cliente antes de acionar os modelos complexos. Cliques em botões e regras determinísticas resolvem grande parte dos casos sem envolver aprendizado de máquina, garantindo rastreabilidade e respostas rápidas a mudanças de mercado sem deploys completos.
- Um funil de roteamento reduz a superfície de ataque antes de ativar modelos de IA generativa.
- O sistema utiliza filtros contextuais, regras determinísticas, relevância e um classificador de intenção baseado em embeddings.
- O design prioriza controle de acesso, auditabilidade estrita para reguladores, resiliência e governança baseada em configuração versionada.
Avaliação de Desempenho e Validação Humana
Métricas isoladas como precisão global ocultam falhas em cenários atípicos. A análise detalhada com revisores humanos demonstra que o alinhamento subjetivo é complexo. Além disso, o uso de modelos de linguagem como juízes requer cuidados rigorosos, pois tendem a ser excessivamente generosos e exigem calibração constante.
- O desempenho do sistema é avaliado em três dimensões: segurança, tarefa e experiência.
- A validação humana em 111 conversas de pagamento revelou 97% de aprovação em caminhos felizes, mas apenas 43% em mudanças de tópicos.
- A concordância entre avaliadores humanos atinge 95% em viés, mas cai para 64% na compreensão subjetiva de intenções.
Infraestrutura de Observabilidade e Implantação
A arquitetura de produção combina monitoramento de IA generativa e aprendizado de máquina em uma única plataforma. O uso de modo sombra (shadow deployment) viabiliza a conformidade com requisitos regulatórios de risco antes do lançamento público. Ferramentas de CI/CD e sinalizadores de recursos garantem reversibilidade imediata em caso de falhas.
- O rastreamento de dados utiliza OpenTelemetry e OpenInference integrados em ambientes isolados (air-gapped).
- Implantações fantasma permitem testar modelos com dados de produção reais com risco quase zero.
- Feature flags possibilitam o isolamento global ou por marca de back-ends individuais em segundos.
Description
NatWest lead AI engineer Jonathan Osborne shares how the UK's second-largest retail bank, with 19 million customers and about 100,000 assistant conversations a day, is moving its digital assistant Cora from scripted answers to AI agents. Building the agent was the easy part; proving it was safe was the hard part. He covers the routing funnel that limits what ever reaches a model, why quality is several scores instead of one, human reviews where an 83% pass rate hid a 54-point gap, an LLM judge that scored far higher than humans with almost no correlation, and shadow deployments with feature flags for a safe rollout. Chapters: 0:00 Intro 0:41 NatWest and Cora 1:43 The real risk: blast radius 2:23 Scripted bot vs. AI agent 3:40 Four new ways agents fail 4:52 The routing funnel 6:34 Why one accuracy score isn't enough 7:43 Human reviews: 83% hid a 54-point gap 9:16 LLM judges that grade too kindly 11:06 How scoring runs in production 14:06 Shadow mode and gradual rollout 15:42 Human feedback as a gate 16:48 Lessons for regulated agents Jonathan Osborne https://www.natwest.com Join us in SF for the second annual AIE CODE summit: https://aie.codes our last flagship summit of 2026. Applications live now!
